Tuesday, January 12, 2021

INCO revoluciona mercado financeiro com uma forma diferente de investir

 

Consolidada no mercado, essa empresa brasileira apresenta ao investidor um modelo de negócio diferente, financeiramente equilibrado, com alta rentabilidade e riscos controlados.




O mercado financeiro e de investimentos nunca para, e a cada dia mais pessoas e empresas buscam a melhor forma de aplicar o seu dinheiro, almejando o mínimo de risco, e uma boa rentabilidade.




Pois bem, existe uma forma de investimento, ainda pouco conhecida e explorada no Brasil, que traz em si todos esses atributos, e se mostra extremamente seguro. Se trata de um modelo de negócio conhecido como “crowdfunding“, ou “investimento coletivo” como muitos conhecem.




Mas nesse caso, me refiro ao “crowdfunding imobiliário“, ou seja, um investimento coletivo em imóveis em construção. E para saber mais a respeito, conversamos com Daniel Miari, sócio executivo da INCO – Investimentos Coletivos, uma das empresas pioneiras no Brasil nesta modalidade de investimento, que já soma mais de 1.500 investidores ativos, com mais de 4.000 investimentos realizados, 45 milhões de reais captados para 42 projetos, com uma entrega média de 13,5% ao ano para os investidores e sem nenhum caso de inadimplência.




Segundo Daniel, “a INCO foi criada com o propósito de transformar o mundo dos investimentos, melhorando a vida das pessoas que desejam investir em algo seguro, e dando apoio aos grandes empreendedores na realização de seus empreendimentos. Por meio de uma plataforma de investimentos coletivos, a INCO permite que qualquer pessoa, com um investimento a partir de R$1000,00 (mil reais), possa participar do financiamento de diferentes projetos e, ao final de um período determinado, possa receber juros sobre o valor investido. Ou seja, com uma quantia modesta, o investidor pode acessar e empregar o seu dinheiro em grandes empreendimentos, garantindo altas rentabilidades, que pode chegar em até 14% ao ano, algo que anteriormente só era acessível a quem tivesse muito dinheiro para investir.


Daniel também afirma, que “esse tipo de investimento, por si só já é extremamente sustentável e traz vantagens para todos os envolvidos no processo: o empreendedor pode ter acesso a taxas de juros mais justas e menos burocráticas para desenvolver diferentes partes do seu projeto; o investidor pode fazer aplicações de forma simples, com altos retornos e mais estabilidade; e a sociedade ganha com a geração de empregos e a movimentação da economia.”


Analisando ainda mais essa forma de negócio oferecido pela INCO, constatamos a facilidade de realizá-lo de forma rápida, 100% online, obtendo todas as informações necessárias de maneira clara e transparente, sem cobrança de taxas referente à realização ou administração do seu investimento, com rentabilidade garantida em contratoem empreendimentos e projetos de empresas idóneas e responsáveis, e nenhum tipo de surpresa no decorrer do investimento.


“Sempre prezando pela legalidade e segurança jurídica de suas ofertas, de forma que todas elas sejam legais e cumpram todas as exigências regulatórias, a INCO possuí uma infraestrutura aliada a uma equipe de profissionais altamente qualificada, que realiza uma análise de crédito criteriosa para selecionar apenas empresas saudáveis, projetos viáveis, e empreendedores competentes para proteger ao máximo o seu investidor”, deixa claro Daniel.


A INCO também permite que o investidor, aplique seus recursos em mais de um projeto, diversificando aplicações em diferentes empreendimentos. Além disso, também é possível investir mais de uma vez em um mesmo projeto, desde que a captação na qual o investidor aplicou seu dinheiro ainda esteja aberta para mais investimento.


Sem dúvida, uma forma de investimento muito atrativa e vantajosa para todos que querem investir, e também para as empresas que buscam investidores para os seus empreendimentos.


Conheça mais sobre estas e outras vantagens nesta forma de investimento, acessando:


www.inco.vc

Friday, January 8, 2021

Coronavírus: a reação do mercado de construção civil ante a pandemia

 

Mesmo a construção civil sendo considerada uma atividade essencial e que esteve ativa durante a pandemia, é fato que este mercado sentiu a crise causada pelo novo coronavírus. As empresas começaram a reduzir equipe e segurar o caixa, mostrando que os próximos meses, quiçá anos, serão de retenção de despesas.


O setor, que estava aquecido no início do ano e era apontado por especialistas como responsável para puxar o PIB do país para cima em 2020, não estava preparado para enfrentar as consequências da Covid-19. Mesmo com a retomada dos trabalhos mais intenso no segundo semestre do ano, vejo que a construção civil voltará ao patamar anterior à crise somente de forma lenta.


A queda na taxa de juros e a facilitação dos empréstimos também ajudará a aliviar o estresse econômico das companhias, apesar, é claro, de termos que considerar que estas contas mais pra frente precisarão ser pagas de alguma forma.


Segundo pesquisa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a expectativa era a de que a construção civil crescesse 3% esse ano. Mas com a pandemia, muitas incorporadoras reduziram o número de funcionários ativos nos canteiros de obras e já avisaram que haverá atrasos nos lançamentos. Mesmo listada como atividade essencial, a construção civil não foi poupada e os empresários da área também tiveram perdas.


As ações que os empresários da construção civil estão tomando como a aderência aos mecanismos disponibilizados pelo governo e o incentivo ao consumo visam mitigar os impactos da crise nas companhias e na economia em geral.


Contudo, enxergo o mercado de forma otimista pois vejo que há um esforço coletivo para que a roda continue girando. Mais lenta, é verdade, mas o ritmo de recuperação já é notável. A incerteza do que nos aguarda ainda em 2020 é grande, mas, apesar da cautela dos players envolvidos, não se deixou de investir nesta área.


Com isso, as vendas continuaram aquecidas, embora, com uma redução do orçamento previsto inicialmente para o período. Entretanto, apesar da contenção, mantivemos um crescimento acima do obtido no mesmo período de 2019 no setor, muito impulsionado pelos resultados do e-commerce: seja de grandes redes acostumadas a este formato quanto dos pequenos negócios que rapidamente a ele se adaptaram.


É preciso reconhecer que o impacto é mundial. Economias sólidas, como da Itália, também sentiram as dificuldades por causa do vírus. Os brasileiros ainda vão demorar para se recuperar e voltar à normalidade após o Covid-19. Por isso, é importante valorizar pequenos detalhes que podem ser indícios de dias mais tranquilos no futuro.


Olhando para o cenário nacional, observamos uma queda no número de lançamentos de imóveis, mas, por outro lado, as construções em andamento se mantiveram ativas, ainda que com redução de pessoal e de tempo trabalhado. Foi possível perceber, no entanto, um aumento no mercado de pequenas reformas, pois, passando mais tempo em casa, as pessoas começaram a conviver com obras que precisavam ser feitas há algum tempo ou que se fizeram necessárias a partir da utilização acima do normal.


A crise e as dificuldades já são realidade para os empresários brasileiros e mundiais. Mas vejo atitudes como a manutenção das atividades e o corte nas taxas de juros como mostras de que o mercado pode reagir positivamente a este novo momento.


Fonte: Liga Blog

Saldo positivo em 2020 mantém otimismo na construção civil

 


A construção civil está sendo um bom atrativo também durante a pandemia. Na Região Carbonífera, o setor terminou 2020 com saldo positivo, o que mantém o otimismo para o ano que se inicia. Segundo o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Sul Catarinense (Sinduscon), Mauro Cesar Sônego, o resultado se deve as característica do setor.


“A construção civil sempre foi um setor bom para o investimento, principalmente por conta da segurança e da solidez, características do imóvel. Então, sempre terá esse atrativo. Além disso, a queda de juros torna a construção civil ainda mais atrativa, com o mercado financeiro voltando os olhos para o setor, devido às projeções de um retorno melhor do produto ofertado”, reforçou Sônego.


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De acordo com ele, mesmo com o aumento no preço dos insumos, a alta ainda não foi repassada para o preço de venda dos imóveis, e há um interesse maior pelas unidades que estão em estoque ou próximas da conclusão.


“Nossa previsão para o setor em 2021 é positiva, otimista, mas cautelosa. Acreditamos que não devem aumentar muito as vendas, mas o cenário deve se estabilizar. A construção civil é o primeiro setor a ser movimentado, por conta da rapidez com que consegue acelerar o reaquecimento do mercado, principalmente em nível de empregos. Por muito tempo, durante a pandemia, a construção civil foi o único setor com saldo positivo na geração de empregos”, destacou.


Reação no setor metalúrgico


O presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Criciúma (Sindimetal), José Carlos Sprícigo, também confia em um ano positivo, com crescimento do PIB de até 3%.


“Acreditamos em um crescimento do PIB e isso é importante para retomar a economia, assim como uma estabilidade maior nas contas fiscais do governo. A maior dúvida é esta: como equilibrar um déficit de R$ 800 bilhões. Vamos acompanhar a reforma tributária e a reforma administrativa, que poderiam trazer um ânimo maior e confiança ao investidor internacional. Acreditamos em um ano positivo, com crescimento de PIB de até 3% e o dólar até R$ 5,20”, projetou.


Ele lembra que o setor metalúrgico da região foi muito afetado com o lockdown de março e abril, com uma queda aproximada de mais de 30%. “Porém, depois o segmento veio em franca recuperação, motivada pelas medidas protetivas do governo, como a prorrogação de impostos. Os próprios bancos deram um fôlego maior às empresas, prorrogando o vencimento das contas”, explicou. 


O auxílio emergencial alavancou o mercado no ramo de transportes, com o aumento das vendas on-line, o agronegócio e a mineração. Isso refletiu em indústrias da região. De acordo com Spricigo, as indústrias metalúrgicas são fornecedoras de empresas desses setores e também da construção civil, que vive um cenário de alta. “As dúvidas vêm por conta do fim do auxílio emergencial. Acreditamos que até meados de abril deste ano devemos ter um mercado muito bom e, partir daí, deve diminuir um pouco”, avaliou.


Fonte: Portal Engeplus

Colaboração: Deize Felisberto/Assessoria de Imprensa da Associação Empresarial de Criciúma (Acic). 

Indústria projeta crescimento da economia de 2,5% em 2020


 A economia brasileira deve crescer 2,5% no próximo ano, contra uma alta de 1,2% do PIB em 2019. As projeções da Confederação Nacional da Indústria (CNI) foram divulgadas nesta terça-feira (17). Para a entidade, o investimento puxará esse movimento, com alta de 6,5% no próximo ano.

"A garantia de que esse crescimento vai se materializar é a continuidade das mudanças na economia, que vão gerar melhor ambiente de negócios e mais segurança para as empresas investirem mais, contratarem mais", avaliou o economista da organização, Flavio Castelo Branco.

Economistas ouvidos pelo Banco Central estimam uma alta de 2,25% do PIB em 2020. O governo projeta um avanço de 2,35%. No caso do PIB industrial, a expectativa da CNI é de uma alta de 2,8% em 2020, contra 0,7% de crescimento neste ano. Se a projeção for confirmada, será a maior expansão desde 2011.

"As empresas iniciarão o ano com condições financeiras mais favoráveis, com taxas de juros mais baixas e menor endividamento. Além disso, a ociosidade dá os primeiros sinais de queda, ao mesmo tempo que as expectativas seguem otimistas", justificou a entidade.

Para a organização, o setor da construção civil será o "principal motor" do aumento do nível de atividade no próximo ano. Segundo Castelo Branco, a construção civil se beneficiará do avanço do governo nas concessões e nas privatizações, além do foco no setor de saneamento.

- A recuperação do setor tende a gerar um número grande de contratações formais, dando suporte a novos avanços no consumo - avaliou.

Para a Confederação Nacional da Indústria, o mercado de trabalho vem mostrando dinâmica positiva em 2019, e as perspectivas para o próximo ano vão no mesmo sentido. A previsão é de que a taxa média anual de desemprego caia de 12,3%, em 2018, para 11,9% em 2019 e atinja 11,3% no ano que vem.

A expectativa da CNI é de que a inflação continuará a apresentar um "comportamento favorável" em 2020, com o IPCA atingindo 3,70% no ano que vem, contra 3,78% em 2019.

A entidade projeta a manutenção da atual da taxa básica de juros, de 4,5% ao ano, a mais baixa da História, ao longo de 2020.

Para o dólar, a previsão é de que a moeda americana permaneça acima de R$ 4 no próximo ano, terminando 2020 ao redor de R$ 4,10.


Fonte: Jornal Contábil

Projeção do PIB da construção civil em 2020 apresenta melhora

Refletindo a recuperação demonstrada nos últimos meses, a projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) da construção em 2020 melhorou. O Relatório Trimestral de Inflação do Banco Central (BC) relativo ao terceiro trimestre projeta queda de 5% no setor, assim como na economia em geral. No trimestre anterior, as retrações estimadas eram de 6,7% para a construção e 6,4% para o país.


A construção civil, assim como a produção de bens de capital, também exerceu papel importante na revisão da formação bruta de capital fixo (FBCF). Antes era projetada queda de 13,8% no indicador, que passou para redução de 6,6%.


Como foi o PIB da construção no segundo trimestre?


Se as projeções da construção civil melhoraram, os resultados também vêm apresentando progresso frente à pandemia. Enquanto o PIB do país registrou queda de 9,7% no 2T20, em comparação com o primeiro, a construção encolheu 5,7%, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).


Em artigo institucional, a economista Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção do IBRE (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV (Fundação Getúlio Vargas) afirma: “Parece um paradoxo dizer que tenha sido […] surpresa positiva, então melhor dizer que foi menos ruim que o esperado”. 


A especialista diz ainda que a melhora nos resultados da construção está ligada a dois aspectos: i) o impacto da crise causada pela Covid-19 está sendo menos intenso do que o projetado inicialmente e ii) a retomada está ocorrendo em ritmo mais forte do que o esperado.


Construção informal


Neste sentido, Castelo lembra que o PIB da construção abrange não só a atividade formal de empresas, como a atividade informal de pequenos empreiteiros e das próprias famílias. Isso porque o segmento informal representa boa parte do consumo de materiais de construção, por exemplo.


O volume de vendas destes insumos em julho, por sua vez, superou o patamar de fevereiro, período pré-pandemia, em 14%. Na comparação com 2019, a alta é de 1,9% nos primeiros sete meses do ano. Vale lembrar que as pequenas reformas foram impulsionadas com o cenário de isolamento social e home office.


Atividade imobiliária


Outro grande destaque na retomada da construção civil é setor imobiliário, principalmente por conta do segmento residencial. Na comparação com o 1T20, o crescimento das atividades imobiliárias foi de 0,5% no segundo trimestre. Já na comparação com o mesmo trimestre de 2019, o crescimento foi de 1,4%. 


Para a economista da FGV, a alta desse mercado está relacionada com a continuidade das obras em grande parte do país e com a expressiva melhora no ambiente de negócios. 


“A redução das taxas de juros e a expansão do crédito, conjugadas à canalização das ofertas por meio digital, contribuíram para impulsionar mais ainda as vendas de imóveis, que já estavam em crescimento antes da pandemia”, conclui a economista do IBRE/FGV.


Foto: Ambar

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