Tuesday, February 16, 2021

Lâmpadas de LED revolucionam comunicação visual com sustentabilidade

 

A necessidade de se comunicar e se fazer entender é fator primordial para a existência do ser humano desde as primeiras civilizações. De lá para cá, essa necessidade da comunicação encontrou alguns caminhos para atingir esse objetivo. Um deles é a “comunicação visual”, que teve início com as primeiras pinturas pré-históricas, até chegar aos dias atuais, em maravilhosas e ilimitadas estruturas de luz, tecnologia e criatividade. 




A comunicação visual vive uma revolução com a chegada dos painéis de LED, que vem do inglês Light Emitting Diode, que significa Diodo Emissor de Luz. Inventado em 1962, esse componente usa a mesma tecnologia usada em chips de computadores, e possui a capacidade de transformar energia em luz. Cada micro lâmpada de LED, alocada nos painéis é chamada de pixel (a menor unidade que compõe uma imagem). E vários desses pixels reunidos e acesos formam as imagens estáticas ou em movimento, assim como qualquer outro display convencional.




O que diferencia um painel de LED de qualquer outra tela é a sua intensa e forte luminosidade. “Não existe nenhum outro meio de comunicação visual no mercado que chame mais atenção. E é por essa razão que grandes centros empresariais, já exploram muito o uso destes painéis”, afirma Daniel Horn, sócio proprietário da P1LED, uma das empresas pioneiras no Brasil em comercialização e instalação de painéis de LED para estabelecimentos comerciais e eventos.




“Um grande exemplo do sucesso do uso do LED está num dos destinos mais famosos e visitados do mundo, a Times Square, em Nova York, nos Estados Unidos. Pessoas do mundo todo se reúnem para contemplar toda essa comunicação e tradicionalmente acompanhar a contagem regressiva para passagem de cada ano”, conta Horn.




Ao invés das tradicionais comunicações visuais impressas, que devem ser trocadas periodicamente, sendo responsáveis por gerar todos os anos grandes quantidades de descartes de adesivos, lonas, tintas e materiais nocivos ao meio ambiente, os modernos painéis de LED, além de mais chamativos, proporcionam agilidade e pronta resposta ao possibilitarem alterar, instantaneamente, e de forma remota, todos os conteúdos digitais que ficam interligados em redes.




“Mesmo se tratando de um equipamento moderno, ele traz uma tecnologia embarcada simples, formada por apenas quatro componentes, que são as lâmpadas LED na frente, alocadas em módulos, uma fonte de energia muito simples atrás dos painéis, um chip como seu cérebro, e os cabos para as conexões. Ou seja, um equipamento de fácil manutenção, e com componentes que possibilitam ser trocados, independentemente, e sem nenhuma dificuldade” , conta Horn. 




Diante deste potencial tecnológico, econômico e sustentável, a P1LED depois de instalar mais de 4.000 painéis digitais pelo país, decidiu ir além do vender ou locar de painéis de LED. A empresa inovou e passou a oferecer uma solução completa aos seus clientes, criando um departamento que desenvolve projetos em 3D, que demonstram como ficam os painéis de LED, antes mesmo de serem instalados.




Além de uma equipe de mão de obra treinada e preparada para instalar estruturas das mais simples até as mais complexas, outra equipe de profissionais realiza vídeos e conteúdo para serem veiculados nos painéis, por meio de sua própria tecnologia, em que os clientes podem gerenciar tudo a distância. 




Nesse constante investimento, entendendo que o mercado ainda tem um potencial imenso de expansão, Daniel Horn e sua diretoria já desenham novos planos para o futuro com a construção da primeira fábrica de LED no Brasil. 




Não há dúvida, o LED veio mesmo para revolucionar.


Conheça mais sobre a P1LED, acessando:


https://www.p1led.com.br/

ORGANIZE-SE E SEJA PRODUTIVO

 

Por JULIANA ARAGON


Somos inundados por notícias e mais notícias sobre essa pandemia inesperada que tanto nos afeta. Vivendo dias imprecisos como os de atualmente muitas vezes nos deparamos com certa angustia, stress, crises de ansiedade.


Mas existe algo que você pode fazer para que sentimentos de calmaria, alívio e paz , tomem conta de sua vida : Tornar-se mais organizado.


Organizando e planejando sua casa e sua rotina, todo seu dia fluíra com mais facilidade, será mais produtivo e decisões serão tomadas sem stress. Você sentirá que é capaz de cumprir pequenas tarefas e com isso se sentirá capaz e confiante.


“Se você quer mudar o mundo, comece arrumando a sua cama”. Essa frase é de William H. McCraven, ex-almirante da Marinha Americana. William aprendeu a importância de arrumar a cama enquanto estava treinando para se tornar um “guerreiro” no grupo de elite da Marinha dos Estados Unidos.


Para iniciar o processo de organização, comece descartando objetos que não tenham mais uso ,tire móveis que obstruam as passagens, libere a circulação de pessoas, da luz natural e do ar livre . Pense também em facilitar a limpeza, menos objetos em cima dos móveis significa menos poeira, menos problemas respiratórios. Isso nunca foi tão valorizado como nos tempos atuais.


E não pense que as crianças devem ficar fora desse processo. Envolva todos da família, a fase da triagem e análise do que deve ficar ou não é um ótimo exercício de tomada de decisões, assim todos se sentirão mais seguras em situações desafiadoras no futuro.


Mas calma, um processo de organização deve ser feito aos poucos, você ficará espantado com a quantidade de itens que possui. Além disso, desde o início de análise dos objetos até o fim serão muitas lembranças e emoções. Um filme de toda sua história reaparecerá através de cada objeto.


Passado o processo de triagem e reorganização dos ambientes da casa, a manutenção torna-se imprescindível, então use e abuse de algumas ferramentas que o ajudará nessa tarefa. Duas dessas ferramentas são as agendas e listas. Seja em casa, no trabalho, no lazer, seja no papel ou digital. As agendas, por exemplo, funcionam como uma bússola e apontam naturalmente o caminho a ser percorrido, tornando seus dias mais proveitosos e produtivos.


Já as listas são muito bem vindas à cozinha. É nela que a maioria do desperdício financeiro da casa acontece. São alimentos fora da validade jogados no lixo, compras desnecessárias feitas no mercado. Faça listas, elas são uma forma de comunicação eficaz entre todos moradores da casa.


Um ambiente desorganizado reflete uma mente desorganizada, por isso mãos a obra, vamos colocar a vida em ordem para que a ela flua de maneira saudável e produtiva.

Tuesday, January 12, 2021

INCO revoluciona mercado financeiro com uma forma diferente de investir

 

Consolidada no mercado, essa empresa brasileira apresenta ao investidor um modelo de negócio diferente, financeiramente equilibrado, com alta rentabilidade e riscos controlados.




O mercado financeiro e de investimentos nunca para, e a cada dia mais pessoas e empresas buscam a melhor forma de aplicar o seu dinheiro, almejando o mínimo de risco, e uma boa rentabilidade.




Pois bem, existe uma forma de investimento, ainda pouco conhecida e explorada no Brasil, que traz em si todos esses atributos, e se mostra extremamente seguro. Se trata de um modelo de negócio conhecido como “crowdfunding“, ou “investimento coletivo” como muitos conhecem.




Mas nesse caso, me refiro ao “crowdfunding imobiliário“, ou seja, um investimento coletivo em imóveis em construção. E para saber mais a respeito, conversamos com Daniel Miari, sócio executivo da INCO – Investimentos Coletivos, uma das empresas pioneiras no Brasil nesta modalidade de investimento, que já soma mais de 1.500 investidores ativos, com mais de 4.000 investimentos realizados, 45 milhões de reais captados para 42 projetos, com uma entrega média de 13,5% ao ano para os investidores e sem nenhum caso de inadimplência.




Segundo Daniel, “a INCO foi criada com o propósito de transformar o mundo dos investimentos, melhorando a vida das pessoas que desejam investir em algo seguro, e dando apoio aos grandes empreendedores na realização de seus empreendimentos. Por meio de uma plataforma de investimentos coletivos, a INCO permite que qualquer pessoa, com um investimento a partir de R$1000,00 (mil reais), possa participar do financiamento de diferentes projetos e, ao final de um período determinado, possa receber juros sobre o valor investido. Ou seja, com uma quantia modesta, o investidor pode acessar e empregar o seu dinheiro em grandes empreendimentos, garantindo altas rentabilidades, que pode chegar em até 14% ao ano, algo que anteriormente só era acessível a quem tivesse muito dinheiro para investir.


Daniel também afirma, que “esse tipo de investimento, por si só já é extremamente sustentável e traz vantagens para todos os envolvidos no processo: o empreendedor pode ter acesso a taxas de juros mais justas e menos burocráticas para desenvolver diferentes partes do seu projeto; o investidor pode fazer aplicações de forma simples, com altos retornos e mais estabilidade; e a sociedade ganha com a geração de empregos e a movimentação da economia.”


Analisando ainda mais essa forma de negócio oferecido pela INCO, constatamos a facilidade de realizá-lo de forma rápida, 100% online, obtendo todas as informações necessárias de maneira clara e transparente, sem cobrança de taxas referente à realização ou administração do seu investimento, com rentabilidade garantida em contratoem empreendimentos e projetos de empresas idóneas e responsáveis, e nenhum tipo de surpresa no decorrer do investimento.


“Sempre prezando pela legalidade e segurança jurídica de suas ofertas, de forma que todas elas sejam legais e cumpram todas as exigências regulatórias, a INCO possuí uma infraestrutura aliada a uma equipe de profissionais altamente qualificada, que realiza uma análise de crédito criteriosa para selecionar apenas empresas saudáveis, projetos viáveis, e empreendedores competentes para proteger ao máximo o seu investidor”, deixa claro Daniel.


A INCO também permite que o investidor, aplique seus recursos em mais de um projeto, diversificando aplicações em diferentes empreendimentos. Além disso, também é possível investir mais de uma vez em um mesmo projeto, desde que a captação na qual o investidor aplicou seu dinheiro ainda esteja aberta para mais investimento.


Sem dúvida, uma forma de investimento muito atrativa e vantajosa para todos que querem investir, e também para as empresas que buscam investidores para os seus empreendimentos.


Conheça mais sobre estas e outras vantagens nesta forma de investimento, acessando:


www.inco.vc

Friday, January 8, 2021

Coronavírus: a reação do mercado de construção civil ante a pandemia

 

Mesmo a construção civil sendo considerada uma atividade essencial e que esteve ativa durante a pandemia, é fato que este mercado sentiu a crise causada pelo novo coronavírus. As empresas começaram a reduzir equipe e segurar o caixa, mostrando que os próximos meses, quiçá anos, serão de retenção de despesas.


O setor, que estava aquecido no início do ano e era apontado por especialistas como responsável para puxar o PIB do país para cima em 2020, não estava preparado para enfrentar as consequências da Covid-19. Mesmo com a retomada dos trabalhos mais intenso no segundo semestre do ano, vejo que a construção civil voltará ao patamar anterior à crise somente de forma lenta.


A queda na taxa de juros e a facilitação dos empréstimos também ajudará a aliviar o estresse econômico das companhias, apesar, é claro, de termos que considerar que estas contas mais pra frente precisarão ser pagas de alguma forma.


Segundo pesquisa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a expectativa era a de que a construção civil crescesse 3% esse ano. Mas com a pandemia, muitas incorporadoras reduziram o número de funcionários ativos nos canteiros de obras e já avisaram que haverá atrasos nos lançamentos. Mesmo listada como atividade essencial, a construção civil não foi poupada e os empresários da área também tiveram perdas.


As ações que os empresários da construção civil estão tomando como a aderência aos mecanismos disponibilizados pelo governo e o incentivo ao consumo visam mitigar os impactos da crise nas companhias e na economia em geral.


Contudo, enxergo o mercado de forma otimista pois vejo que há um esforço coletivo para que a roda continue girando. Mais lenta, é verdade, mas o ritmo de recuperação já é notável. A incerteza do que nos aguarda ainda em 2020 é grande, mas, apesar da cautela dos players envolvidos, não se deixou de investir nesta área.


Com isso, as vendas continuaram aquecidas, embora, com uma redução do orçamento previsto inicialmente para o período. Entretanto, apesar da contenção, mantivemos um crescimento acima do obtido no mesmo período de 2019 no setor, muito impulsionado pelos resultados do e-commerce: seja de grandes redes acostumadas a este formato quanto dos pequenos negócios que rapidamente a ele se adaptaram.


É preciso reconhecer que o impacto é mundial. Economias sólidas, como da Itália, também sentiram as dificuldades por causa do vírus. Os brasileiros ainda vão demorar para se recuperar e voltar à normalidade após o Covid-19. Por isso, é importante valorizar pequenos detalhes que podem ser indícios de dias mais tranquilos no futuro.


Olhando para o cenário nacional, observamos uma queda no número de lançamentos de imóveis, mas, por outro lado, as construções em andamento se mantiveram ativas, ainda que com redução de pessoal e de tempo trabalhado. Foi possível perceber, no entanto, um aumento no mercado de pequenas reformas, pois, passando mais tempo em casa, as pessoas começaram a conviver com obras que precisavam ser feitas há algum tempo ou que se fizeram necessárias a partir da utilização acima do normal.


A crise e as dificuldades já são realidade para os empresários brasileiros e mundiais. Mas vejo atitudes como a manutenção das atividades e o corte nas taxas de juros como mostras de que o mercado pode reagir positivamente a este novo momento.


Fonte: Liga Blog

Saldo positivo em 2020 mantém otimismo na construção civil

 


A construção civil está sendo um bom atrativo também durante a pandemia. Na Região Carbonífera, o setor terminou 2020 com saldo positivo, o que mantém o otimismo para o ano que se inicia. Segundo o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Sul Catarinense (Sinduscon), Mauro Cesar Sônego, o resultado se deve as característica do setor.


“A construção civil sempre foi um setor bom para o investimento, principalmente por conta da segurança e da solidez, características do imóvel. Então, sempre terá esse atrativo. Além disso, a queda de juros torna a construção civil ainda mais atrativa, com o mercado financeiro voltando os olhos para o setor, devido às projeções de um retorno melhor do produto ofertado”, reforçou Sônego.


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De acordo com ele, mesmo com o aumento no preço dos insumos, a alta ainda não foi repassada para o preço de venda dos imóveis, e há um interesse maior pelas unidades que estão em estoque ou próximas da conclusão.


“Nossa previsão para o setor em 2021 é positiva, otimista, mas cautelosa. Acreditamos que não devem aumentar muito as vendas, mas o cenário deve se estabilizar. A construção civil é o primeiro setor a ser movimentado, por conta da rapidez com que consegue acelerar o reaquecimento do mercado, principalmente em nível de empregos. Por muito tempo, durante a pandemia, a construção civil foi o único setor com saldo positivo na geração de empregos”, destacou.


Reação no setor metalúrgico


O presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Criciúma (Sindimetal), José Carlos Sprícigo, também confia em um ano positivo, com crescimento do PIB de até 3%.


“Acreditamos em um crescimento do PIB e isso é importante para retomar a economia, assim como uma estabilidade maior nas contas fiscais do governo. A maior dúvida é esta: como equilibrar um déficit de R$ 800 bilhões. Vamos acompanhar a reforma tributária e a reforma administrativa, que poderiam trazer um ânimo maior e confiança ao investidor internacional. Acreditamos em um ano positivo, com crescimento de PIB de até 3% e o dólar até R$ 5,20”, projetou.


Ele lembra que o setor metalúrgico da região foi muito afetado com o lockdown de março e abril, com uma queda aproximada de mais de 30%. “Porém, depois o segmento veio em franca recuperação, motivada pelas medidas protetivas do governo, como a prorrogação de impostos. Os próprios bancos deram um fôlego maior às empresas, prorrogando o vencimento das contas”, explicou. 


O auxílio emergencial alavancou o mercado no ramo de transportes, com o aumento das vendas on-line, o agronegócio e a mineração. Isso refletiu em indústrias da região. De acordo com Spricigo, as indústrias metalúrgicas são fornecedoras de empresas desses setores e também da construção civil, que vive um cenário de alta. “As dúvidas vêm por conta do fim do auxílio emergencial. Acreditamos que até meados de abril deste ano devemos ter um mercado muito bom e, partir daí, deve diminuir um pouco”, avaliou.


Fonte: Portal Engeplus

Colaboração: Deize Felisberto/Assessoria de Imprensa da Associação Empresarial de Criciúma (Acic). 

Indústria projeta crescimento da economia de 2,5% em 2020


 A economia brasileira deve crescer 2,5% no próximo ano, contra uma alta de 1,2% do PIB em 2019. As projeções da Confederação Nacional da Indústria (CNI) foram divulgadas nesta terça-feira (17). Para a entidade, o investimento puxará esse movimento, com alta de 6,5% no próximo ano.

"A garantia de que esse crescimento vai se materializar é a continuidade das mudanças na economia, que vão gerar melhor ambiente de negócios e mais segurança para as empresas investirem mais, contratarem mais", avaliou o economista da organização, Flavio Castelo Branco.

Economistas ouvidos pelo Banco Central estimam uma alta de 2,25% do PIB em 2020. O governo projeta um avanço de 2,35%. No caso do PIB industrial, a expectativa da CNI é de uma alta de 2,8% em 2020, contra 0,7% de crescimento neste ano. Se a projeção for confirmada, será a maior expansão desde 2011.

"As empresas iniciarão o ano com condições financeiras mais favoráveis, com taxas de juros mais baixas e menor endividamento. Além disso, a ociosidade dá os primeiros sinais de queda, ao mesmo tempo que as expectativas seguem otimistas", justificou a entidade.

Para a organização, o setor da construção civil será o "principal motor" do aumento do nível de atividade no próximo ano. Segundo Castelo Branco, a construção civil se beneficiará do avanço do governo nas concessões e nas privatizações, além do foco no setor de saneamento.

- A recuperação do setor tende a gerar um número grande de contratações formais, dando suporte a novos avanços no consumo - avaliou.

Para a Confederação Nacional da Indústria, o mercado de trabalho vem mostrando dinâmica positiva em 2019, e as perspectivas para o próximo ano vão no mesmo sentido. A previsão é de que a taxa média anual de desemprego caia de 12,3%, em 2018, para 11,9% em 2019 e atinja 11,3% no ano que vem.

A expectativa da CNI é de que a inflação continuará a apresentar um "comportamento favorável" em 2020, com o IPCA atingindo 3,70% no ano que vem, contra 3,78% em 2019.

A entidade projeta a manutenção da atual da taxa básica de juros, de 4,5% ao ano, a mais baixa da História, ao longo de 2020.

Para o dólar, a previsão é de que a moeda americana permaneça acima de R$ 4 no próximo ano, terminando 2020 ao redor de R$ 4,10.


Fonte: Jornal Contábil

Projeção do PIB da construção civil em 2020 apresenta melhora

Refletindo a recuperação demonstrada nos últimos meses, a projeção para o PIB (Produto Interno Bruto) da construção em 2020 melhorou. O Relatório Trimestral de Inflação do Banco Central (BC) relativo ao terceiro trimestre projeta queda de 5% no setor, assim como na economia em geral. No trimestre anterior, as retrações estimadas eram de 6,7% para a construção e 6,4% para o país.


A construção civil, assim como a produção de bens de capital, também exerceu papel importante na revisão da formação bruta de capital fixo (FBCF). Antes era projetada queda de 13,8% no indicador, que passou para redução de 6,6%.


Como foi o PIB da construção no segundo trimestre?


Se as projeções da construção civil melhoraram, os resultados também vêm apresentando progresso frente à pandemia. Enquanto o PIB do país registrou queda de 9,7% no 2T20, em comparação com o primeiro, a construção encolheu 5,7%, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).


Em artigo institucional, a economista Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção do IBRE (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV (Fundação Getúlio Vargas) afirma: “Parece um paradoxo dizer que tenha sido […] surpresa positiva, então melhor dizer que foi menos ruim que o esperado”. 


A especialista diz ainda que a melhora nos resultados da construção está ligada a dois aspectos: i) o impacto da crise causada pela Covid-19 está sendo menos intenso do que o projetado inicialmente e ii) a retomada está ocorrendo em ritmo mais forte do que o esperado.


Construção informal


Neste sentido, Castelo lembra que o PIB da construção abrange não só a atividade formal de empresas, como a atividade informal de pequenos empreiteiros e das próprias famílias. Isso porque o segmento informal representa boa parte do consumo de materiais de construção, por exemplo.


O volume de vendas destes insumos em julho, por sua vez, superou o patamar de fevereiro, período pré-pandemia, em 14%. Na comparação com 2019, a alta é de 1,9% nos primeiros sete meses do ano. Vale lembrar que as pequenas reformas foram impulsionadas com o cenário de isolamento social e home office.


Atividade imobiliária


Outro grande destaque na retomada da construção civil é setor imobiliário, principalmente por conta do segmento residencial. Na comparação com o 1T20, o crescimento das atividades imobiliárias foi de 0,5% no segundo trimestre. Já na comparação com o mesmo trimestre de 2019, o crescimento foi de 1,4%. 


Para a economista da FGV, a alta desse mercado está relacionada com a continuidade das obras em grande parte do país e com a expressiva melhora no ambiente de negócios. 


“A redução das taxas de juros e a expansão do crédito, conjugadas à canalização das ofertas por meio digital, contribuíram para impulsionar mais ainda as vendas de imóveis, que já estavam em crescimento antes da pandemia”, conclui a economista do IBRE/FGV.


Foto: Ambar

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